sexta-feira, 20 de junho de 2014

Reforço

Fifa anunciará novas medidas de segurança para estádio. Mudanças são para evitar novas invasões como ocorreu no Maracanã

De São Paulo.
Por Agência ANSA.


20/06/2014 - Após considerar a invasão dos torcedores chilenos ao centro de imprensa do Maracanã de "embaraçosa", a Fifa anunciará novas medidas de segurança nesta sexta-feira (20). Uma das medidas adotadas pela entidade e pelo Comitê Organizador Local (COL) será o avanço do cerco para evitar que torcedores sem ingresso entrem na área restrita pela Fifa.

Chilenos invadiram a sala de imprensa do Maracanã, na última quarta-feira, para tentar chegar ao estádio - mesmo sem ingressos. 
(Foto: EPA)


Segundo o secretário de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, Andrei Rodrigues, as mudanças no Maracanã já começam a valer neste sábado (21), na partida entre Bélgica e Rússia. Para os demais estados, a preocupação será nos jogos em que há seleções sul-americanas - como Chile e Holanda, na segunda-feira (23) em São Paulo, e Argentina e Nigéria, em Porto Alegre no dia 25. Isso porque caravanas de torcedores desses países estão vindo para o Brasil, porém, sem ingressos para as partidas.


Além da restrição, várias outras medidas estão sendo revistas e não está descartada a participação das Forças Armadas nos jogos.

De acordo com o jornal O Globo, também será aumentado o efetivo dos "stewards" da Fifa dentro dos estádios - eles são responsáveis pela segurança dentro dos estádios e nos guichês de acesso.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, assegurou que os problemas vistos na quarta-feira (18), antes do jogo Chile e Espanha, não irão se repetir. "As invasões foram resolvidas. Não acredito que elas se repetirão, pois os organizadores estão resolvendo isso e não será mais um problema", disse Blatter ao jornal O Estado de São Paulo. Apesar de tentar resolver o problema, governo federal e Fifa empurram um para o outro a responsabilidade sobre o caso. O governo diz que a segurança no entorno e dentro das arenas é da Fifa, já a entidade acusa falhas da segurança pública de deixar os torcedores sem ingresso se aproximarem tanto do estádio. (ANSA)

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